Radiologista em destaque – Dra. Carla Fanchiotti Costa

 Em Radiologista em destaque

Para a Dra. Fanchiotti, a Telerradiologia permitiu unir dois aspectos: o primeiro foi a melhoria na sua qualidade de vida, e o segundo o seu crescimento profissional.

 

Telelaudo: Conte-nos um pouco sobre história. Por que medicina e por que radiologia?

A vontade de fazer medicina veio do sonho de fazer a diferença e contribuir para um mundo melhor. Eu não venho de família de médicos, e medicina foi a forma que encontrei de fazer a minha parte.

Quanto à radiologia, foi amor à primeira vista, ainda na época da faculdade. No primeiro contato eu já sabia que era aquilo que eu queira. Me apaixonei pela possibilidade de desvendar os mistérios do corpo humano e as patologias através de exames não invasivos.

 

Telelaudo: Como foi a sua experiência trabalhando com Telerradiologia? Trabalhar a distância lhe trouxe quais benefícios? Mudou algo na sua carreira?

A Telelaudo veio para unir dois aspectos. O primeiro foi a melhoria da minha qualidade de vida, e o segundo meu crescimento profissional. Para mim é uma otimização de tempo e uma maior produtividade no trabalho, já que a gente não tem aquela perda de tempo de trânsito das grandes cidades. A gente acorda e já está no trabalho.

Além disso a possibilidade que a gente tem de ter acesso a uma infinidade de exames, de pacientes e patologias diferentes. Com certeza agrega muito ao nosso conhecimento. Eu posso dizer que não passo um plantão sem encontrar um exame que seja desafiador, que me faça estudar mais, ir atrás de outras respostas.

 

Telelaudo: Na sua opinião, qual a importância da Telerradiologia para os pacientes e médicos solicitantes em um país com as dimensões e desafios como o Brasil?

A Telerradiologia deixou de ser um complemento e se tornou um elemento essencial da prática médica, nós médicos podemos contribuir com uma extensa equipe de especialistas para atender instituições públicas e privadas, muitas delas distantes dos grandes centros urbanos que carecem de profissionais capacitados. Assim, a gente contribui muito para esses pacientes, dos exames mais simples até os mais complexos.

 

Telelaudo: Na sua visão, para onde caminha a Telerradiologia nos próximos anos?

Acredito que a Telerradiologia vai ganhar cada vez mais espaço. Cada vez que a gente vai melhorando a transmissão de imagens, assim como o acesso de internet, locais desamparados poderão ter acesso a um serviço de imagem de qualidade. Devemos crescer ainda mais, nos tornando um elemento chave para prática médica brasileira.

 

Telelaudo: Hoje você coordena os plantões da Telelaudo. Como o trabalho que vocês fazem beneficia as emergências dos hospitais?

Primeiro, vem me trazendo um amadurecimento profissional muito grande. Às vezes na nossa residência a gente não tem muito esse contato médico – cliente e sim, mais médico – paciente. Dessa forma, a gente começa a ver as dificuldades que eles vivem todos os dias, dos aparelhos que eles possuem aos protocolos, muitas vezes não sabem qual o melhor exame para aquele questionamento médico. Então nosso papel é melhorar a eficiência dos trabalhos dos médicos solicitantes. Temos outra perspectiva, como podemos ajudá-los no dia a dia e como eles podem melhorar seus serviços. É uma troca muito rica de experiência e conhecimentos.

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