RADIOLOGISTA EM DESTAQUE – DRA. MARIANA COELHO

Conversa com a coordenadora médica da Telelaudo.

Mariana Coelho, coordenadora médica da Telelaudo, agarra com força os seus sonhos.

Nos fale um pouco da sua infância.
Eu nasci em Teresópolis (RJ), em 1984, sou filha única, de um estatístico e uma professora. Estudei na escola George March, em “Terê” e resolvi que iria fazer medicina na sétima série, quando uma professora de biologia levou a turma no anatômico da faculdade de Medicina de Teresópolis (UNIFESO). Estudei muito e fui a primeira aluna do colégio a entrar na faculdade de medicina direto do terceiro ano do segundo grau (atual ensino médio) sem fazer cursinho pré-vestibular. Depois de formada, voltei ao colégio algumas vezes para dar palestras incentivando os alunos a agarrarem com força os seus sonhos.

De onde veio à inspiração para medicina e como chegou a radiologia?
Veio desta primeira visita ao anatômico e depois dois primos entraram na medicina e me puxaram para esse caminho. Durante a faculdade, fiz uma prova para concorrer à uma bolsa de estudos para monitoria de radiologia. Ganhei a bolsa e fui monitora de radiologia por muito tempo. Comecei a me encantar pelo fato que eu poderia descobrir o que os pacientes tinham avaliando seus exames. Sempre gostei de estudar todas as áreas de medicina, até que um certo momento percebi que sendo radiologista eu continuaria a estudar todas as doenças do corpo humano, não teria que escolher um órgão ou sistema específico para me dedicar, e assim me sentiria realizada como médica.

Como foi a sua reação quando conheceu a telerradiologia?
Quando descobri a telerradiologia fiquei surpresa com a capacidade de resolução de problemas. Era possível avaliar um exame à quilômetros de distância do paciente, com a mesma qualidade de imagem de um exame local. Isso me chamou bastante atenção.

VAMOS CONVERSAR?

Como e quando chegou para trabalhar com a telerradiologia?
Conheci a telerradiologia em 2011, quando acabei a residência médica e me mudei para o Rio de Janeiro. Me interessei pela forma dinâmica de trabalho, que se adaptava as necessidades dos radiologistas, tanto no horário de trabalho quanto na forma a distância que reduzia os problemas com deslocamento, trânsito…

Quais dificuldades você aponta na telerradiologia?
Vejo alguns impasses na elaboração de um laudo via telerradiologia, como o não fornecimento de dados clínicos suficientes ou falta de exames anteriores para comparação, mas, ao mesmo tempo, a telerradiologia oferece soluções rápidas e adequadas para estes mesmos problemas. Sinto que, com a maior integração de toda equipe envolvida no processo de elaboração de laudos via telemedicina, estes problemas se tornam pontuais e aprendemos a criar ferramentas para solucioná-los.

O que mudou para você desde que começou a atuar com a telerradiologia?
Mudaram algumas coisas. Acho que a variedade de exames que recebemos e a liberdade que temos para laudá-los são oportunidades que o radiologista tem para se manter atualizado e motivado nas diversas áreas da radiologia. Isso a telerradiologia consegue oferecer, pois reduziu as barreiras geográficas. O trabalho a distância também me gerou oportunidades de especialização e educação médica continuada, que só me trazem mais energia e satisfação.

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