Impressora 3D utiliza cinzas de Museu Nacional para reconstruir acervo

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Um grupo multidisciplinar – que envolve pesquisadores do Museu Nacional, da PUC-Rio e do Instituto Nacional de Tecnologia, além da cooperação de órgãos internacionais com experiência em tomografia e impressão 3D, atuando em áreas como paleontologia e medicina – está utilizando cinzas do incêndio do Museu Nacional para reconstruir peças perdidas no incêndio do Museu. Entre as peças, o crânio de Luzia, o fóssil humano mais antigo do Brasil.

A impressão é só a etapa final, já que boa parte das peças do museu já vinha sendo digitalizada nas últimas duas décadas — o que permitirá ao museu, literalmente, renascer das cinzas.

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Fonte: ÉPOCA

Fonte de imagem: Deposit Photo

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