Como o telecomando para radiologia auxilia atendimentos no período de férias?

 Em Gestão, Telemedicina, Telerradiologia

Telecomando promove benefícios operacionais e gerenciais, como ao facilitar a estruturação de escalas e atendimentos em períodos de férias

 

A tecnologia tem viabilizado o surgimento de novas soluções e serviços que facilitam a operacionalização na área da saúde, como é o caso do telecomando.

O telecomando promove diferentes benefícios operacionais às clínicas radiológicas e hospitais, mas também pode beneficiar atividades gerenciais. 

O que é o telecomando?

O telecomando consiste em um serviço pelo qual exames de alta complexidade, como tomografia computadorizada (TC) e ressonância magnética (RM), podem ser realizados a distância.

Nesse caso, o paciente e o enfermeiro estão na clínica ou hospital, mas as instruções e operação do equipamento são realizadas por um técnico em radiologia  remoto.

Para isto, o telecomando utiliza um sistema de sensores visuais e de áudio para que o especialista possa instruir sobre questões como o posicionamento do paciente, a respiração, os procedimentos em cada etapa etc.

Além disso, os equipamentos de radiologia são conectados a um sistema para viabilizar o controle remoto, de forma que o especialista consiga definir as parametrizações necessárias de acordo com o tipo do exame, as especificidades da solicitação médica e da hipótese diagnóstica.

Portanto, o telecomando é um serviço que associa uma operação local e externa.

Quais os desafios dos gestores de clínicas radiológicas? telecomando para medicina auxilia gestores com desafios operacionais

Os gestores de clínicas radiológicas e hospitais enfrentam diversos desafios operacionais e gerenciais, incluindo na área de recursos humanos (RH) que tem demandas relacionadas a:

  • seleção e contratação de colaboradores;
  • treinamento;
  • avaliação do desempenho profissional;
  • definição de escalas;
  • salários e benefícios;
  • segurança dos profissionais;
  • folgas e férias;
  • clima organizacional.

Com essas atividades, os gestores enfrentam alguns desafios, especialmente no RH voltado à área da saúde.

Modernização

Um dos desafios dos gestores de saúde é criar um clima propício à modernização operacional, seja com a adesão de novas ferramentas como também de serviços.

A resistência dos colaboradores é normal e deve-se ao receio das mudanças e também de que haja o fechamento de vagas e funções.

Assim, uma das funções do RH é estabelecer um clima mais propício à transformação, evitando que a clínica tenha a operação prejudicada por conta dessa resistência.

Uma das formas de superar esse desafio é por meio da apresentação dos benefícios associados à modernização.

O telecomando, por exemplo, resulta em diversos benefícios às equipes internas do setor radiológico, sendo importante demonstrar quais são eles para que haja um ambiente mais favorável à implementação do serviço. 

Profissionais qualificados

Outro desafio do gestor de recursos humanos refere-se à etapa de seleção e contratação de colaboradores, especialmente quando demandada uma especialidade, como ocorre com os técnicos de radiologia.

Muitas regiões do Brasil apresentam pouca mão de obra especializada nessa área, de forma que as clínicas e hospitais têm dificuldades para contratar e, consequentemente, para fornecer exames radiológicos, principalmente de alta complexidade, como a TC e RM.

Por meio do telecomando, os gestores encontram profissionais qualificados que podem realizar esses exames mesmo quando não moram na região.

Dessa forma, o telecomando aumenta o acesso aos exames radiológicos, especialmente em regiões nas quais a falta de especialistas é um fator crítico à oferta dos serviços médicos.

Período de férias e escalas

A área da saúde enfrenta um desafio adicional na área de RH: a necessidade de formar escalas, principalmente nas instituições que funcionam 7x24x365, ou seja, continuamente, todos os dias do ano, em todos os horários.

Dessa forma, os profissionais da área da saúde já estão familiarizados com a necessidade de escalas e plantões que faz com que as folgas semanais oscilem.

Além das escalas, que já são difíceis de gerenciar, há um desafio adicional em relação ao período de férias, especialmente quando são poucos profissionais em uma função, como costuma ocorrer com o técnico em radiologia.

Devido à especialização, como no caso de TC e RM, é comum que a clínica tenha poucos profissionais nessa função que se alternam em escalas. 

Quando chegam as férias de um dos profissionais, quase sempre, o que ocorre é uma sobrecarga dos demais, com redução das folgas e necessidade de recorrer às horas extras.

O telecomando supre essa ausência, de forma que a operação da equipe interna não precise ser totalmente reformulada para dar conta da demanda diária dos exames radiológicos.

Com o telecomando, a assistência local do paciente pode ser feita por uma enfermeira, enquanto o especialista externo fica responsável pela orientação do exame e operação do equipamento médico.

Com isso, os demais profissionais não precisam de jornadas mais extensas para atender a demanda e o colaborador em férias não precisa se preocupar com um excesso de trabalho quando retornar às atividades.

Engajamento

Também consiste em um desafio na área de recursos humanos o engajamento dos profissionais, o que é determinante tanto na motivação, quanto na produtividade e retenção de talentos.

Um dos fatores que fazem os profissionais desengajarem de uma função é quando a sobrecarga de trabalho é algo constante, seja por conta das férias e folgas dos colegas, seja por conta de uma demanda incompatível com a capacidade local de atendimento.

Considerando isso, o telecomando também contribui na maior motivação e produtividade das equipes, pois fica claro aos colaboradores que os gestores estão investindo em inovação e em serviços que visam melhorar a qualidade de vida dos profissionais, ao descongestionar a rotina de trabalho.

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