5 vezes em que a inteligência artificial foi essencial na telemedicina

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Inteligência artificial na telemedicina promove melhora do acesso à saúde, qualidade dos processos e redução dos custos gerenciais. Saiba como implementá-la aqui.

A inteligência artificial (IA) consiste em uma tecnologia que simula a inteligência humana, de forma que sistemas digitais possam tomar decisões baseadas em informações prévias. A solução já começou a ser usada em diferentes áreas, como a inteligência artificial na telemedicina, na saúde, na educação, no trânsito etc.

A IA teve um grande avanço nos últimos anos especialmente devido ao aprendizado de máquina, que consiste na capacidade dos sistemas de se aprimorarem autonomamente.

Com isso, atualmente, a inteligência artificial é um campo promissor para melhorar a qualidade de vida das pessoas, o fornecimento de serviços e o acesso à saúde. 

Qual a importância e avanços da inteligência artificial na saúde?

Na área da saúde os avanços da inteligência artificial são muito significativos, pois consistem em um segmento com investimentos para novas pesquisas e de interesse social, motivando mais iniciativas.

Um dos campos promissores da inteligência artificial é na telemedicina, viabilizando o suporte médico intermediado por tecnologias da informação e comunicação (TICs), mas também a expansão das práticas possíveis na própria telemedicina.

Um exemplo são os sistemas de monitoramento de paciente com IA que permitem a captação contínua de dados vitais como batimentos cardíacos, saturação de oxigênio e pressão arterial. A tecnologia faz esse monitoramento e notifica o paciente e médicos responsáveis em caso de alterações significativas.

Verifica-se assim que os benefícios das aplicações da inteligência artificial na telemedicina e na saúde são diversos, incluindo:

  • capacidade aumentada de monitoramento dos pacientes, seja por razões preventivas ou mesmo em tratamentos intensivos;
  • maior assertividade e eficiência dos processos médicos, contribuindo no aumento da qualidade dos diagnósticos e encaminhamento dos casos;
  • aumento da agilidade dos processos viabilizando, por exemplo, triagens automatizadas de acordo com a gravidade do caso;
  • intervenções inteligentes com possibilidade de previsão de cenários de acordo com o quadro, permitindo definir abordagens previamente, agilizando a tomada de decisão;
  • aprimoramento dos equipamentos médicos que, dotados de sistemas com inteligência artificial, tornam-se mais assertivos, eficientes e autônomos.

Além desses benefícios, observa-se ainda que a inteligência artificial é, cada vez mais, incorporada aos processos gerenciais promovendo a redução de custos, direcionamento mais acertado de insumos e recursos e eficiência na gestão.

Apesar dessas vantagens, um receio que sempre envolveu a adoção das tecnologias com inteligência artificial refere-se à atuação em conjunto com os profissionais da saúde. 

Verifica-se que o receio de que as tecnologias inteligentes substituíssem os profissionais qualificados mostrou-se infundado, pois a incorporação dessas novas soluções ocorre em conjunto com a valorização da atuação dos médicos.

Inteligência artificial na telemedicina: como e por que usar?

Considerando esse cenário otimista com a adesão à inteligência artificial na telemedicina, os gestores podem avaliar exemplos de como essa tecnologia já está sendo usada. 

  1. Qualidade dos laudos

A inteligência artificial na telemedicina tem viabilizado a otimização e maior qualidade dos laudos médicos. Os exames são analisados por sistemas com IA que avaliam alterações e tendências.

Quando o exame é encaminhado ao radiologista para a elaboração do laudo ele acompanha uma recomendação do sistema, que pode ser confirmada ou negada pelo profissional.

Dessa forma, os exames passam a ter uma análise dupla, um especialista e de um sistema inteligente. Em caso de divergências, pode ser solicitada a opinião de outros radiologistas.

  1. Monitoramento dos pacientes

Como visto, os dispositivos vestíveis, como relógios inteligentes, permitem o monitoramento contínuo dos sinais vitais do paciente, seja preventivamente ou no tratamento intensivo.

Conforme o paciente use continuamente o dispositivo vão sendo identificados padrões, de forma que sutis alterações são notificadas e permitem uma intervenção médica precoce.

  1. Prevenção de patologias

Com sistemas de inteligência artificial na telemedicina torna-se possível um monitoramento ativo do quadro dos pacientes, facilitando a identificação precoce de patologias.

Além disso, novos sistemas têm sido desenvolvidos para identificar os primeiros sinais de diferentes condições de saúde, tornando possível reconhecer os primeiros indícios de câncer, mal de Alzheimer, Parkinson e outras condições com anos de antecedência.

O diagnóstico precoce de tais patologias é fundamental para iniciar o tratamento e promover mais qualidade de vida e longevidade ao paciente.

  1. Cirurgias a distância

Por meio de aparelhos com sistemas dotados de inteligência artificial, etapas de cirurgias podem ser realizadas por um cirurgião a distância e também aumentar a precisão da técnica.

Tal abordagem é especialmente necessária em intervenções cirúrgicas de alta complexidade, como no cérebro ou no aparelho digestivo.

  1. Prontuários unificados

O prontuário digital já facilita a inserção das informações do paciente e acesso pela equipe médica com atualização em tempo real.

Mas a inteligência artificial associada ao armazenamento na nuvem permite que tais repositórios sejam ainda mais completos, centralizando as informações médicas do paciente mesmo com atendimento em diferentes clínicas e hospitais.

Dessa forma, todo o histórico médico, exames e laudos poderiam ser acessados pelos médicos em um único repositório, facilitando o diagnóstico e tratamento, sem a perda de informações ao longo dos anos.

Algumas das soluções de inteligência artificial na telemedicina já estão acessíveis às clínicas e hospitais, outras ainda estão em fase de estudo e esbarram em questões legais, no entanto, o futuro da saúde com apoio da IA é promissor.

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